Estúdio de pesquisa qualitativa · São Paulo
Informação todo mundo tem. O que diferencia é ligar os pontos. A Tecer Ideias escuta o consumidor e devolve a trama inteira: pensamentos, associações e sensações, em narrativas que sustentam decisão.
Marcas que confiam
Ter acesso à informação não diferencia mais ninguém.
Vivemos a era da sobrecarga de dados. Nosso trabalho começa depois dela: compreender a trama de pensamentos, associações, conexões e sentimentos que envolvem o consumidor, e ligar os pontos que ninguém tinha ligado.
Ouvimos com atenção, escrevemos com cuidado e entregamos narrativas que se sustentam na sala de vidro. Rigor de método, sensibilidade de escuta e amor pelo ofício, nessa ordem, sempre juntos.
“Todo o nosso conhecimento se inicia com sentimentos.”
Cada técnica é escolhida no brief, não no catálogo.
Nos estudos tradicionais trabalhamos com discussão em grupo (on-line ou off-line), tríades e entrevistas em profundidade. Do lado do Tear de Ideias, técnicas autorais para gerar e lapidar conceitos, embalagens e posicionamento. Abra cada uma:
A base de todo projeto qualitativo é a conversa bem conduzida. Trabalhamos discussão em grupo on-line ou presencial, tríades e entrevistas em profundidade. A escolha da técnica é discutida em detalhe no brief, para que o desenho responda à pergunta real do estudo e não a um formato padrão.
Estudos para gerar ideias em estágios embrionários: novos produtos, embalagens e conceitos, com o consumidor dentro do processo criativo, e não só na ponta do teste.
No mínimo quatro grupos em sequência: a cada rodada o consumidor sugere alterações no conceito e as sugestões são incorporadas na etapa seguinte. O resultado é um conceito final redigido com a visão de quem vai comprar.
Grupos conduzidos com um ilustrador presente, incorporando em tempo real as sugestões dos consumidores para layout e funcionalidade da embalagem.
Shopper e consumidor não são entidades distantes, mas pensam e agem de formas diferentes, e o ponto de venda interfere na vivência da loja. Para entender esse comprador usamos neurociência, shopper's mission (a jornada dentro da loja), semiótica e outras ferramentas, sustentando decisões de promoção, organização e visual merchandising.
Um conjunto de técnicas para construir e gerir o sentido da marca: o que ela significa, para quem, e por quais signos esse significado se sustenta ao longo do tempo.
“O produto é algo feito na fábrica; a marca é algo comprado pelo consumidor. O produto pode ser copiado; a marca é única.” Stephen King
Formatos desenhados para janelas curtas de decisão. O resultado pode vir como debrief oral ao final do campo ou como relatório focado nas questões pontuais, sempre em tempo hábil para a decisão que motivou o estudo.
Apenas cerca de 5% do que o cérebro processa é consciente e deliberativo, o Sistema 2, lento e custoso. Os outros 95% correm no Sistema 1: rápido, automático, movido por emoção e associação, e é ele que gera as impressões que guiam a decisão. Aplicamos técnicas de neurociência para alcançar essas associações, onde estão os segredos que o verbal não revela.
A etnografia vem da antropologia. Do grego ethnos (povo, cultura) e graphein (registrar), serve para adentrar os contextos sociais, culturais e de consumo de cada grupo pesquisado. A semiótica, o estudo da construção de significado, complementa: quais ícones e signos representam de fato a vida daquele consumidor.
Que informação já existe na empresa? Como usá-la? A curadoria organiza, analisa e sintetiza materiais existentes, estudos anteriores e dados secundários. Muitas vezes a resposta já está lá, esperando alguém ligar os pontos.
A vida virtual é território de consumo. Quem esse consumidor segue, o que posta, o que curte, qual persona sustenta nas redes: tudo isso é dado. Ferramentas que usamos:
Pesquisadora e fundadora
Na vida existem bons encontros, e o meu com a área de insight foi um deles. Match de primeira.
São mais de 20 anos de caminhada: empresas, agência (Young & Rubicam) e instituto de pesquisa, onde fui diretora da Research International (TNS), até a carreira solo. Entrar em contato com o consumidor, entender suas dores e traduzi-las continua sendo fabuloso.
Formada em Publicidade, com pós-graduação em Neurociência do Consumo pela ESPM.
Marcas que já ouviram seus consumidores com a gente.












Vamos começar pela prosa.
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